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D i f e r e n ç a s

26 Feb 2019

Queridos leitores, 
minha segunda aula com o Projeto Pés iniciou-se em roda, todos de olhos fechados com o seguinte objetivo: não fazer nada. O diretor provocador Rafael Tursi verbalizou exatamente meu pensamento do momento... “Como é difícil não fazer nada”. Você se concentra na respiração, no balançar involuntário do corpo, nos dedos do pé que se contraem, no nariz que dá uma coçadinha. 
Abrimos os olhos. 
Neste encontro nosso aquecimento se manteve na movimentação dos braços, primeiro dedos, punho, cotovelos e ombros (e escapulas). E claro, para descansar erguer as mãos pro alto. Repetimos 3 vezes. Parece fácil, querido leitor?! 
Foi interessante quando alguns falaram sobre o local mais dolorido após o exercício. Marina sentia bastante os bíceps, eu, o ombro. Cada um tensiona um músculo diferente para realizar a mesma tarefa. 
D i f e r e n ç a s. 
E minha palavra escolhida pra aula foi essa. 
Começamos a andar pela sala. Parar num lugar. E a partir das indicações do diretor, voltaríamos a caminhar pela sala ou não. “Andem, somente aqueles que estão de blusa preta”, ou “aqueles que tem o cabelo longo”, ou “aqueles que estão numa cadeira de rodas”. 
Até o pique-pega, todos parados e duas pessoas eram indicadas, um era o caçador e o outro a presa. É necessário bastante atenção, pra não atropelar ninguém, não bater no obstáculos do espaço e tal. 
Depois as pessoas foram indicadas para serem o foco do exercício. Os demais poderiam reagir com o foco da maneira que desejasse, buscando explorar novas maneiras sempre. Observar de longe ou bem de perto, imitar ou não, interagir ou não, bloquear a passagem dessa pessoa ou não. 
Por fim, andamos pela sala observando uma cadeira de rodas vazia que estava posicionada no meio. Bárbara, foi até a cadeira, sentou-se e saiu de cena. Simples e singelo. Me marcou. 
Então, a turma foi separada em dois grupos, cada um para uma parede da sala. O objetivo era de um por um, sair de uma lateral, atravessar o palco e buscar uma pessoa para então atravessar o palco e buscar outra pessoa. Assim seguiu, por 20 vezes, até buscar todos. 
Neste processo algumas dificuldades: 
excesso de cuidado para que o grupo não dispersasse, de alterar o ritmo, de buscar o novo. 
Como foi a primeira vez que participei, foi importante esse momento de interação mais próxima com o grupo, de me sentir parte e em comunhão. 
E pra concluir, uma frase que o diretor sempre diz, da qual levo pra vida: Não tenha medo, tenha cuidado! 💛

Com amor, 
Úlli.

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